Viver

Em 2015 eu prometo

quinta, 22 de janeiro de 2015, às 17h 24min
 

Em 2015, eu prometo… 

Pablo Miyazawa


 
 

…me dedicar mais ainda a qualquer coisa que eu decida fazer.

…procrastinar menos, produzir mais e saber a hora de parar de trabalhar.

…não esquecer das três refeições diárias.

…escutar mais música, e não apenas enquanto estiver trabalhando.

…prestar mais atenção às letras das músicas, e gastar menos tempo lendo sobre as vidas dos músicos.

…perder a vergonha de cantar e dançar em público.

…ir mais ao cinema, e não mais esperar os filmes chegarem ao Netflix.

…moderar o uso de recursos ilegais como PopCorn Time, torrents e afins.

…continuar lendo livros em papel e resistir ao máximo às tentações do Kindle.

…terminar de ler todos os livros que começarei.

…terminar de escrever todos os livros que prometi escrever.

…jogar mais videogames, mesmo que sejam jogos de três anos atrás.

…dar menos cliques e audiência para notícias inúteis sobre as celebridades e suas vidas privadas.

…voltar a me interessar por futebol e frequentar estádios.

…usar o carro o mínimo possível.

…justificar a existência das ciclofaixas.

…correr uma meia-maratona.

…me acostumar a acordar cedo para conseguir dormir mais cedo.

…reclamar menos no Twitter.

…dizer menos que “o Facebook já era” e fazer algo a respeito – ou seja, esquecer que isso existe.

…menos WhatsApps para os amigos, mais telefonemas para os amigos.

…menos selfies (e resistir à tentação de comprar um pau de selfie), menos fotos de comida e de cachorro.

…mais lembranças boas, menos previsões ruins.

…parar de sofrer por antecipação.

…prometer apenas o que sei que conseguirei cumprir.

Um feliz ano novo para todos nós.

APEGO, AVERSÃO E RAIVA

terça, 22 de abril de 2014, às 09h 03min

     
Os três venenos da mente são o apego, a aversão e a raiva. São eles que transformam todos os nossos bons sentimentos em prisões. O apego transforma o amor em ciúmes, por exemplo. O apego gera sofrimento quando o objeto de nosso apego é perdido. O apego transforma a própria vida em uma prisão quando nos agarramos à ela sem compreender que nascimento e morte fazem parte de um fluxo, um mero evento ao longo de nossa vida.

O outro grande veneno da mente é a aversão, e ele se manifesta em tudo que não gostamos ou detestamos. É tudo o que olhamos como reprovável nos outros e nos perturba com um sentimento de afastamento e separação. Vemos o outro claramente. A aversão é um sentimento oposto ao apego, enquanto o apego quer agarrar a aversão quer afastar. Ela se manifesta em todos nossos sentimentos de repulsa, desgosto ou através das nossas críticas.

O terceiro grande veneno é a raiva. Esse veneno surge quando nos deixamos tomar por um sentimento turbulento, agressivo e que se manifesta das mais diferentes formas. Como se fosse uma espécie de loucura que nos tira a sanidade. Essa é a mensagem de hoje para vocês, esse tema tão presente nos discursos de Buda. O apego é um grande problema e, para sermos verdadeiramente livres, não podemos ser apegados.

Podemos amar, mas não podemos nos apegar. Para sermos livres e nos sentirmos um com todos os seres, não podemos selecionar qualquer ser e dizer que temos aversão por ele. Se cultivarmos esse sentimento estamos cultivando o contrário do apego e esse sentimento também irá nos separar de tudo e nos tirar o equilíbrio. Não teremos equidade com todos os seres se cultivarmos a aversão. Quando esse sentimento surgir, temos que considerar as boas qualidades das pessoas, animais ou objetos que são alvos dele.

O sentimento de raiva deve ser evitado como se fosse fogo, pois ele é perturbador e devemos mudar nossa mente, nosso modo de falar e pensar a fim de evitá-lo. Essas são as palavras de Buda.


Fonte: Monge Genshô http://opicodamontanha.blogspot.com.br/2013/11/os-tres-venenos-da-mente.html


Gasshô
 

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