Viver

Cinco grandes arrependimentos

sexta, 03 de fevereiro de 2012, às 15h 19min
Uma enfermeira australiana lançou um livro com uma lista de cinco principais arrependimentos de pessoas que estão prestes a morrer.

Bronnie Ware, que é especialista em cuidados paliativos e doentes terminais, afirma que reuniu em seu livro "confissões honestas e francas de pessoas em seus leitos de morte", confissões que, segundo ela, mudaram sua vida.

"Encontrei uma lista grande de arrependimentos, mas, no livro, me concentrei nos cinco mais comuns", disse a autora à BBC.

"O principal arrependimento de muitas pessoas é o de não ter tido coragem de fazer o que realmente queriam e não o que outros esperavam que fizessem", acrescentou.

"Outro arrependimento comum é de não terem trabalhado um pouco menos, o que fez com que perdessem muitas coisas em suas vidas", disse Ware.

"As pessoas amadurecem muito quando precisam enfrentar a própria mortalidade", afirmou.

A enfermeira garante que cada um dos pacientes que tratou "encontrou sua paz antes de partir".

Ware disse à BBC que, durante os anos em que trabalhou com estes pacientes, percebeu também que muitos se arrependiam de não terem tido "coragem para expressar seus sentimentos".

"E isso se aplica tanto aos sentimentos positivos quanto aos negativos."

Cinco grandes arrependimentos

1. Queria ter tido a coragem de fazer o que realmente queria, e não o que esperavam que eu fizesse

2.Queria não ter trabalhado tanto

3.Queria ter tido coragem de falar o que realmente sentia

4.Queria ter retomado o contato com os amigos

5.Queria ter sido mais feliz


A autora afirma que espera que seu livro "ajude as pessoas a agir hoje e a não deixar as coisas para amanhã e se arrepender depois".

fonte: site BBC Brasil

A Soberba: raíz de todos os males

segunda, 02 de janeiro de 2012, às 10h 36min

Um dos maiores inimigos do homem é a soberba. Somos soberbos e não nos damos conta, ou nunca admitimos. À luz da Bíblia estamos todos contaminados pelo orgulho. De acordo com o escritor italiano Dante Alighieri, em sua obra "A Divina Comédia", os orgulhosos estão no ponto mais distante de Deus. Culturas antigas como a greco-romana, desde os primórdios dos tempos, consideram o orgulho uma doença da alma.

Somos, por excelência, aqueles cheios de si. E junto de toda essa nossa empáfia existencial, carregamos outros males intrínsecos a ela. É por esta soberba que nos corrompemos com mentiras, enganações, invejas, obsessões – violando não somente o bom sendo e justiça na convivência dentro da sociedade, mas também os mandamentos de Deus, segundo a doutrina cristã.

Além do cristianismo, o judaísmo e o islamismo também atribuíram à soberba vários conceitos como semente do mal, destruidora dos homens, maldição e queda do espírito, ruína e crimes da alma, praga maldita, paixões da carne, etc.

A soberba é manifestada em nós o tempo todo. E faz sentido quando pensamos em nosso egocentrismo, ou em nossa vaidade e ambição exasperada, ou em nossa necessidade de grandeza e valorização. E em como batemos orgulhosos no peito bradando o próprio nome, com espírito altivo.

Somos melhores que todos os outros, merecemos mais. Exigimos respeito, exigimos reconhecimento, queremos poder, queremos status, queremos atenção para o que consideramos ser a mais maravilhosa criação dos céus: nós mesmos. Triste verdade para nós, grave pecado segundo o cristianismo. Pura soberba. Tudo vaidade – como já dizia o sábio Rei Salomão.


Resumo do texto de Rejane Borges (públicado em obviousmag.org)
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