A MAGIA DE MACHU PICCHU - TURISMO - PENAFORTE

19/08/2018 00h00

A alvorada parecia um entardecer com as nuvens cobrindo boa parte da montanha. Devagar e silenciosamente, o sol começa a descortinar Machu Picchu, a impressionante “cidade perdida dos incas”, momento em que ela se revela mais enigmática, bela e dourada sob o sol dos Andes.

Na hora, a expressão de fascínio e encantamento domina o olhar dos visitantes. Enfim, a cidadela erguida sobre a mítica montanha de granito, a  2.500 metros acima do nível do mar, apresenta seus templos, terraços, fortalezas, mirantes e canais a milhares de turistas encantados.

“Como foi possível erguer algo assim?”, é o que todos parecem se perguntar, maravilhados. O santuário de pedra é desafiador para a compreensão de quem o vilumbra, pois, ainda hoje, as técnicas empregadas em sua concepção e construção desafiam até mesmo os melhores especialistas em engenharia do mundo.

Em seu apogeu - entre 1450 a 1540 - Machu Picchu foi um importante centro religioso, político e de conhecimento da região da Cordilheira dos Andes. Sua importância é tanta que a antiga cidade foi elevada pela Unesco à condição de patrimônio cultural e natural da humanidade, e eleita uma das sete maravilhas do mundo moderno, além de constar no ranking dos 25 principais destinos turístico do planeta.

Machu Picchu ou “Montanha Velha”, como era chamada pelos incas, é o atrativo turístico mais famoso do Peru. No entanto, o país guarda dezenas de atrações: ruínas, templos e trilhas, além de palácios, museus e igrejas. Todos erguidos durante o período colonial, especialmente na cidade de Cusco, antiga capital do Império Inca, que, na época, era o maior domínio da América do Sul. Tão extenso que ia da Colômbia ao Chile. 

Mas a história dos incas começou bem antes, há mais de 10 mil anos, quando a região dos Andes foi povoada por grupos nômades que deram origem às civilizações pré-incaicas, seguida pelos incas propriamente ditos, até o seu total declínio após a  chegada dos espanhóis em 1532.

No entanto, se a sua intenção for conhecer com mais detalhes a saga do povo, uma visita à cidade histórica de Cusco é obrigatória. Ela está localizada no sudeste do Vale Sagrado dos Incas, a aproximadamente 4 mil metros acima do nível do mar, com uma população de cerca de 300 mil habitantes. 

No primeiro momento, ao visitá-la, a arquitetura colonial barroca espanhola domina a paisagem, mas com forte presença da tradição inca. A cidade é repleta de ruelas e becos de pedra, além  monumentos e prédios históricos que nos remetem imediatamente ao passado glorioso da cidade. E, de brinde, oferece uma gastronomia respeitada.

Algumas atrações são imperdíveis como a belíssima  Catedral de Cusco, que fica na Plaza de Armas. O templo conta com vários altares ricamente decorados em ouro e prata, além de obras de artes e esculturas barrocas. 

Vale a pena conhecer O Templo do Sol, dedicado ao Deus Sol, considerado um importante testemunho do esplendor do Império. Mesmo os espanhóis tendo construído um monastério em honra a São Domingos sobre o templo, ainda assim, a herança inca é visível nos blocos de pedra que resistiram a terremotos e sucessivas reformas.

Jáa Plaza de Armas é o principal ponto de encontro da cidade, cercada de um complexo de prédios coloniais, igrejas e museus, além de lojas, cafés e restaurantes.

Mais adiante, está um dos locais mais tradicionais de Cusco, o bairro de San Blás, reduto dos artesãos e famoso por suas ruas estreitas, arquitetura e obras de arte ao estilo barroco andino. É a hora de adquirir um dos consagrados quadros cusquenhos (explicar ao leitor o que é um quadro cusquenho e o porquê dele ser consagrado).

Também fica próximo à Plaza de Armas, o Museu Inca, um programa necessário para se entender a cronologia e os aspectos geográficos do antigo império.

Vale ainda conhecer o Mercado de Cusco, onde é possível vivenciar as tradições e a simpatia do seu povo, além de degustar o farto cardápio de comidas e bebidas típicas. Outra característica é o colorido vibrante das roupas, adereços e artesanato genuinamente peruano, ao preço mais baixo da cidade.

Quando visitar: na estação seca, de abril a outubro.



O País

O território do Peru faz fronteira com o Brasil,  abrange os Andes, a floresta Amazônica e é  banhado pelo Oceano Pacífico. O fuso horário é de duas horas a menos em relação a Brasília. A moeda  é o Novo Sol (solis). 

Dicas

O visitante pode sofrer com o “Soroche”, ou mal de altura. Os sintomas são dores de cabeça, falta de ar e tontura. É recomendável e lícito tomar o chá de coca ou mastigar a folha. 

Na visita a Machu Picchu é importante chegar cedo na montanha. Não deixe de levar agasalho, boné, capa de chuva, protetor solar, água e lanche. O passeio dura de três a sete horas. 

Penaforte

 
Data do Inicio: 19/08/2018 Data do Fim: 31/12/2018 Início às : 00h:00

   

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